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Se você, caro leitor, não foi abduzido por uma nave espacial, ou vive isolado em uma caverna no Afeganistão, deve saber do estrondoso sucesso do FPS Call of Duty: Modern Warfare 2, da Activision.
O jogo gerou uma expectativa tão grande, que acabou por tornar-se o maior sucesso da história do entretenimento, arrecadando a astronômica quantia de 550 milhões de dólares em 5 dias (fonte: O Estado de São Paulo de 23/11/2009 – caderno Link).
A gigante Eletronic Arts, que de boba não tem nada, anunciou mês passado que o próximo jogo da franquia Medal of Honor acontecerá nos dias de hoje, no Afeganistão.
Veja o trailer abaixo:
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Para explicar tal mudança, o site GamerZines entrevistou Greg Goodrich* (produtor executivo) sobre as mudanças que irão ocorrer, e essa entrevista você confere logo abaixo:
GamerZines: Então, Afeganistão! Qual foi o processo de pensamento por detrás da mudança da Segunda Guerra Mundial para combater na era moderna?
Greg Goodrich: A mudança da série Medal of Honor para a era moderna e defini-la como pano de fundo a atual guerra no Afeganistão foi um passo natural para nós. As histórias que queríamos contar e os indivíduos que nos inspiraram foram todos que operam nesse teatro, por isso, naturalmente, nós concentramos a nossa atenção para essa região. Apesar de nossa história ser um relato ficcional contada através das lentes de um pequeno grupo de personagens imaginários, definitivamente nos inspiramos no atual Afeganistão.
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GZ: Como a experiência do jogador será afetada por isso? E no que vocês irão se diferenciar da outra franquia de tiro em primeira pessoa conhecida? (nota do SD: Estão obviamente comentando do COD MW2)
GG: Medal of Honor sempre foi baseada em autenticidade e tem a maior parte focada nos eventos e personagens que sejam reconhecíveis por parte do jogador. E, embora mudanças tenham ocorrido (como local e época das guerras), os princípios fundamentais de autenticidade e de respeito para o soldado continuam no novo Medalha de Honra.
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GZ: São dois estúdios diferentes produzindo o jogo? Quão desafiador está sendo?
GG: Há certas coisas que são logisticamente mais difíceis, mas com dois estúdios focando em suas especialidades e se concentrando nas coisas que são mais capazes e competentes, é realmente um luxo que eu não tínhamos no passado. Eu realmente acredito que o nosso público vai ver o valor no produto final e apreciar que estamos a fazer o seu nosso melhor para dar-lhes uma experiência que não vou esquecer tão cedo.
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GZ: Tendo em foco a DICE com o multiplayer, nos pareceu uma amostra da enorme vontade de vocês em temos um bom jogo.
GG: A Electronic Arts certamente se preocupa com a série Medal of Honor e estamos fazendo o nosso melhor, tanto aqui em Los Angeles quanto na Suécia. Estamos tendo muito apoio da EA no desenvolvimento desse jogo.
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GamerZines: Que alterações irão ver os jogadores devido à ação de combate no deserto?
Greg Goodrich: O Afeganistão é um lugar muito diversificado. Eu acho que muitas pessoas esperam um cenário seco, estéril e rústico. No entanto, temos a capacidade de dar o nosso público uma cascata visual de diferentes terrenos, particulares desta parte do mundo. Sim, existem regiões secas, áridas e sem cor. Mas há também exuberantes vales verdes, montanhas nevadas e cidades culturalmente diversificadas de estranhas construções irregulares. Temos a oportunidade de dar ao jogador um mundo rico e visualmente estimulante sem ter de deixar o Afeganistão.
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GZ: Haverá multiplayer com veículos?
GG: Não estamos falando ainda dos detalhes sobre o multiplayer do Medal of Honor, apenas a experiência do jogador “singleplayer”. Cada estúdio está concentrado em sua parte. É um produto muito grande com uma tonelada de esforço, cuidado e reflexão.
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GZ: O que você diria para os críticos que estão simplesmente achando que a EA resolveu adotar o famoso ditado: “se você não pode vencê-los, junte-se a eles!” (nota do SD – clara alusão a mudança histórica que ocorrerá no jogo, assim como ocorreu com o Call of Duty)
GG: Eu diria, “Ok”. E então, “Agora, vamos dizer-lhe a nossa história.” Sabíamos que esta seria a primeira coisa que as pessoas diriam, e , francamente, é uma bela comparação. Eu sou um grande fã e consumidor de série do nosso concorrente. São produtos fenomenais. Se as pessoas querem nos colocar no mesmo patamar deles, “Ok!”
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GZ: Será que este movimento significa que nós nunca veremos outro Medalha de Honra ocorrendo na Segunda Guerra Mundial? Você acha que o interesse dos jogadores na Segunda Guerra Mundial atingiu o ápice?
GG: Eu não diria isso. Mas, por enquanto, nosso foco é o novo jogo.
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GZ: Podemos esperar qualquer tipo de beta multiplayer, como vimos com Battlefield?
GG: Nós não decidimos sobre quaisquer detalhes ainda. Mas certamente faz sentido para nós repetir as coisas que funcionaram no passado.
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GZ: Será que 2010 representa uma grande oportunidade para reiterar a posição dominante dos FPS da EA?
GG: Existirão grandes lançamentos (da Eletronic Arts) nas lojas em 2010 para os fãs de FPS!
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GZ: Obviamente, incidindo sobre as Forças Especiais, é um grande passo para a autenticidade, mas existe um perigo de torná-lo excessivamente realista? Afinal, vocês não querem que aconteça com esse jogo o que ocorreu com “Seis dias em Faluja”. (nota do SD: Six Days em Faluja iria ser lançado com o objetivo de retratar os seis primeiros dias das tropas norte americanas nesta localidade, porém devido a uma grande reação contrária dos veteranos que lá estiveram, o projeto foi praticamente cancelado)
GG: Nós encontramos a espinha dorsal da nossa narrativa, uma vez que foram introduzidas para as Forças Especiais, e tornara-se uma parte do nosso projeto. Quando eles entram em estúdio e interagem com os desenvolvedores, partilham suas histórias, participando também das reuniões criativas, nos trazem também idéias e propostas fomentando cada discussão. É preciso apenas um breve momento para perceber que estas pessoas são muito especiais. Eles não são apenas instrumentos de precisão de guerra, eles são incrivelmente inteligente, pensativos, e isso nos inspira a fazemos melhor. É difícil de descrever, mas você pode literalmente ver os membros da nossa equipe querendo ser o melhor no que fazem, depois de terem sido apresentados a esses indivíduos. Eles realmente tem nos dado a oportunidade de termos uma experiência extremamente gratificante.”
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Fiquem ligados, que assim que novas notícias saírem sobre o jogo, vocês verão aqui no Sentando Dedo!
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*OBS – Alguns trechos traduzidos da entrevista foram adaptados para melhor entendimento da mesma.


Foda demais esse jogo … parabéns pelo blog parceiro !!!!!
Muito obrigado pelas felicitações Feijão!
Que bom que você gostou do blog, e também do jogo!
Abração!
Caraca! sei não hein, fesse vídeo ai me deixou impressionado! :O
sabe dizer a data de lançamento?
Pois é Marcus, eu também achei esse vídeo BEM empolgante, ainda mais porque se trata de forças especiais no Afeganistão!
Quer ‘operação” mais legal que essa?
Sairá esse ano ainda, provavelmente no segundo semestre.
….eu tb fiquei mas depois da sacanagem do flash point2 fico experto com a insdutria dos games, me senti lesado com o flash 2 e sinceramenyte a meu ver mataram a serie!
É verdade noface,
OFP Dragon Raising para PC / Xbox 360 e PS3 não está a altura do primeiro OFP para PC, nem do XBox (que apesar dos gráficos ruins, era um jogão)
E no fim, é aquela história, os vídeos sempre empolgam, afinal, são feitos para isso!
Abraço!
O jogo e mt bom otimos graficos, cenarios realmente bonitos, condicoes adversas de clima o solo mt bem colocados, realmwente simpatizei com o soldado Habit e VooVoo, zerei o jogo em 3 dias, mas fiquei decepcionado, fiquei mt chateado com a morte dele, mesmo sabendo que a historia e totalmente fictícia, me emocionei, tanto que a noite sonhei comigo por tras de uma metralhadora indo ao seu resgate, no proximo Medalha de Honra gostaria de um final mais emocionante, gostei de jogar com Addam, mas realmente gostei mais do Habbit, simpatizo com o traco dele, sua barba longa me traz uma lembraca da qual nunca vivi, mas traz isso, realmente ele morrer foi algo mt chato depois de tanta diversao, tira um pouco a graca de tudo que aconteceu antes ate o momento do resgate.
Olá Bruno,
O jogo em sua campanha single player é bem interessante, principalmente por mostrar uma guerra atual (Afeganistão). O cenário foi muito bem produzido pela EA, e eles realmente merecem tal mérito, isso sem falar na iluminação e som do jogo, fabulosos. Talvez a história não tenha tido as reviravoltas da série COD, por exemplo, mas ainda assim é bem interessante.
Vale -ao menos- ser alugado.
Forte abraço e excelente 2011!
Sentando Dedo